quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Friburgo, sudoeste alemão.

Vista parcial da parte moderna da cidade.
Este café-esplanada é como que uma garagem gigante para bicicletas, com tudo o que se relacione com ciclismo.
Igreja ortodoxa

Beleza verde


Friburgo - algumas imagens





Vista da cidade a partir da serra de Schönberg

Friburgo possui um dos mais bem conservados e maiores centros históricos da Europa.
A cidade é atravessada pelo rio Dreisam, aos pés do Schlossberg. É cercada pelas montanhas Rosskopf e Bromberg a leste, e ao sul e oeste pelas montanhas Schönberg, Tuniberg e o Kaiserstuhl.



Imagens do Rio Dreisam que atravessa Friburgo


Parque de estacionamento da Universidade de Friburgo

No meio do imenso parque de bicicletas da universidade estava esta maravilha.
Onde o nível de vida é 3 vezes superior ao nosso, onde fabricam Audis's, Mercedes, VW's e BMW's, o meio de transporte mais comum é este. Sei de um país onde todos se queixam da vida, das dívidas, dos encargos, dos seguros, dos juros, etc., onde o transporte mais comum são os veículos daquelas 4 marcas alemãs... E em época de grave crise social!
Educação, cultura e civismo seria aquilo que deveríamos importar da Alemanha.
Em vez de Audis...

Friburgo é mesmo uma cidade-jardim...
Podemos olhar para cima à vontade porque sabemos que não iremos pisar porcaria. Curiosamente há uma lenda que diz que quem, inadvertidamente, puser os pés num dos muitos riachos da cidade terá que voltar a Friburgo para casar com um habitante da cidade...
Um recanto típico
Numa cidade governada pelos "Verdes" não pode faltar asseio constante e muita verdura!

A beleza da arquitetura medieval está sempre presente
São Jorge
Porta sudoeste do centro histórico


terça-feira, 13 de setembro de 2011

Construir em vez de combater

Creio que uma das atitudes fundamentais do homem humano deve ser a de reconhecer em si, numa falta de compreensão ou numa falta de acção, a origem das deficiências que nota no ambiente em que vive; só começamos, na verdade, a melhorar quando deixamos de nos queixar dos outros para nos queixarmos de nós, quando nos resolvemos a fornecer nós mesmos ao mundo o que nos parece faltar-lhe; numa palavra, quando passamos de uma atitude de pessimista censura a uma atitude de criação optimista, optimista não quanto ao estado presente, mas quanto aos resultados futuros. O mesmo terá já dado um grande passo para impedir os ataques, quando aceitar que só puderam existir porque a sua acção não foi o que deveria ter sido; quando se lembrar ainda de que toda a sua coragem se não deve empregar a combater, mas a construir.



Agostinho da Silva, in 'Textos e Ensaios Filosóficos'